O trecho, as mães e os papéis

etnografia de movimentos e durações no norte de Goiás

Autores

  • Roberta Brandão Novaes Universidade Católica de Salvador

DOI:

https://doi.org/10.53000/rr.v9i1.2080

Palavras-chave:

Mobilidade, Goiás, Andanças

Resumo

Em virtude de suas andanças e caminhos diversos, o "povo pobre" estudado por Guedes – de origens distintas (maranhenses, goianos, mineiros, baianos, etc.), gente andada e misturada, quase todos em algum momento envolvidos com o garimpo, moradores e de-moradores (de-morar, nos explica o autor, seria algo menos que morar; seria "demorar-se-aí") –, se encontrou em Minaçu. Fruto do seu encontro com esse "povo", o que "O trecho, as mães e os papéis" procura instigar é a reflexão e o questionamento sobre a ideia (ainda) hegemônica de que o movimento é exceção, a permanência é a regra, e que, portanto, "migrar", termo, em grande medida, carregado de conotações prévias – implica no recurso último de quem migra.

Biografia do Autor

Roberta Brandão Novaes, Universidade Católica de Salvador

Pós-doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Território, Ambiente e Sociedade da Universidade Católica de Salvador. Professora do Centro Universitário Nobre e da Unidade de Ensino Superior de Feira de Santana.

Referências

NOVAES, R. B. O trecho, as mães e os papéis: etnografia de movimentos e durações no norte de Goiás. RURIS (Campinas, Online), [S. l.], v. 9, n. 1, 2015. https://doi.org/10.53000/rr.v9i1.2080

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Publicado

2015-10-10

Como Citar

Novaes, R. B. (2015). O trecho, as mães e os papéis: etnografia de movimentos e durações no norte de Goiás. RURIS (Campinas, Online), 9(1). https://doi.org/10.53000/rr.v9i1.2080