Simbólica - Revista de Filosofia da Cultura e Estudos Interdisciplinares
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<p><strong>Apresentação</strong></p> <p>Organizada pelo Grupo de Pesquisa Neokantismo e Filosofia da Cultura (CNPq) e GT homônimo da ANPOF, a <em>Simbólica - Revista de Filosofia da Cultura e Estudos Interdisciplinares</em> almeja ser uma publicação periódica que dê vazão a este campo da filosofia que, nas últimas décadas, tem despontado como um grande potencial tanto para a própria filosofia como para estudos interdisciplinares que se relacionam com ela.</p> <p>Tendo como ponto de partida a Filosofia da cultura promovida pelo movimento Neokantiano, frequentemente em interlocução com outras correntes filosóficas de seu tempo (especialmente a Fenomenologia e a Filosofia da Vida), a <em>Simbólica</em> não pretende se circunscrever apenas a este movimento ou a este período histórico, senão busca dar lugar às diversas tematizações da cultura em investigações filosóficas e interdisciplinares. Assim, a <em>Simbólica</em> visa tanto ao trabalho historiográfico da filosofia como a discussões contemporâneas em torno da cultura.</p> <p> </p> <p><br /><strong>Informações Gerais</strong></p> <p><strong>Área do conhecimento:</strong> Filosofia<br /><strong>Ano de fundação:</strong> 2024<br /><strong>Título abreviado:</strong> Simbólica<br /><strong>E-mail:</strong> simbolic@unicamp.br<br /><strong>Unidades Sediadoras:</strong> Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP); Universidade Federal do Ceará (UFC)<br /><strong>Prefixo DOI:</strong> 10.53000</p> <p><strong>Apoio:</strong> Programa Cientista Chefe da Cultura, Inovação e Inclusão Social do Governo do Estado do Ceará</p>Universidade Estadual de Campinas; Universidade Federal do Cearápt-BRSimbólica - Revista de Filosofia da Cultura e Estudos InterdisciplinaresO naturalista Goethe
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<p>Trata-se da tradução de um breve artigo de Ernst Cassirer, publicado em 1932, no qual o autor aproxima o ímpeto poético e científico de Goethe a partir da noção de força espiritual e do protagonismo da imaginação como categoria central para ambas as atividades. A apresentação à tradução procura, de forma introdutório, esclarecer o interesse de Cassirer por Goethe e expor alguns dos motivos que fundamentam o texto, bem como os contornos de uma pequena querela entre críticos da obra cassireriana acerca do modo como o <em>uomo universale </em>de Weimar é interpretado pelo filósofo das formas simbólicas.</p>Renato Costa Leandro
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2026-03-052026-03-051e2025202e2025202Comparando neokantianos
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<p><span style="font-weight: 400;">No presente artigo, o autor faz quatro coisas: (i) apresentando o neo-kantismo como uma forma de filosofismo pós-hegeliano, pergunta-se se ele tem quaisquer implicações para a sociologia; (ii) compara a concepção relacionista do conhecimento de Simmel com a análise proto-estruturalista do conceito de Cassirer; (iii) compara a teoria vitalista da cultura de Simmel com a filosofia das formas simbólicas de Cassirer e, finalmente (iv) tenta colocar a sociologia de volta nas trilhas kantianas da filosofia prática. </span></p>Frédéric Vandenberghe
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2026-02-182026-02-181e2025203e2025203A atualidade do mito
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<p>O presente artigo examina a teoria do mito de Ernst Cassirer no âmbito de sua <em>Filosofia das formas simbólicas</em>. Para Cassirer, o mito não designa apenas narrativas de origem de deuses e heróis, mas uma atitude característica da consciência dirigida ao mundo real, dominada pela percepção fisiognômica e pela emoção, na qual não há distância reflexiva entre signo e coisa. Compreendido como o "solo materno da cultura", o mito é o elemento fundante de toda forma simbólica (linguagem, religião, arte, ciência), das quais estas se desconectam apenas gradualmente. O pensamento mítico possui uma forma própria genuína, estruturada pela unidade do sentimento, e não deve ser reduzido a um modo deficitário de compreensão. Ademais, discute-se sua atualidade perene, pois mesmo no mundo moderno marcado pela ciência, o pensamento mítico mantém o seu lugar e o seu significado.</p>Birgit ReckiCaio de Almeida Vituriano
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