Da crítica do realismo consensual à defesa do realismo democrático em Jacques Rancière

Autores

DOI:

https://doi.org/10.53000/simbolica.v2i00.5527

Palavras-chave:

Real, Realismo, Acontecimento, Sistema consensual, Fé historiadora, Heresia

Resumo

O artigo investiga a compreensão do “realismo” em Jacques Rancière, partindo da contraposição entre o “realismo consensual” e o que se pode chamar de “realismo democrático”. A partir da análise de obras de diferentes momentos da produção do autor, especialmente O desentendimento (1995), o estudo mapeia conexões entre política, estética, acontecimento e historicidade. Argumenta-se que Rancière rejeita tanto a necessidade histórica quanto o culto do irrepresentável, defendendo um real ligado ao dissenso, ao excesso e à igualdade das “existências inexistentes”.

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Biografia do Autor

  • Josué da Silva Bochi, Universidade Federal Fluminense

    Doutor em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

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Publicado

2026-08-14

Edição

Seção

Dossiê

Como Citar

Da crítica do realismo consensual à defesa do realismo democrático em Jacques Rancière. (2026). Simbólica - Revista De Filosofia Da Cultura E Estudos Interdisciplinares, 2(00), e026012. https://doi.org/10.53000/simbolica.v2i00.5527