Revoltas, marinheiros e sistema prisional no Arsenal de Marinha: notas sobre o trabalho compulsório e cultura política num Rio de Janeiro Atlântico (1820– 1840)

Autores

  • Carlos Eugênio Líbano Soares UFBA
  • Flávio dos Santos Gomes UFBA

Resumo

Neste artigo analisamos episódios de revoltas articuladas de livres e escravos prisioneiros no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, principalmente aqueles forçados a trabalhar na construção do Dique Imperial na primeira metade do século XIX. Buscamos iluminar a circulação de experiências com dimensões atlânticas dentro dos muros do complexo do Arsenal, que influenciava tanto os presos como a produção de uma cultura política no interior de um sistema prisional que reunia escravos, marinheiros, fugitivos, marujos de vários países, homens do mar, escravos da

 

nação, africanos livres e desertores militares.

 

Biografia do Autor

Carlos Eugênio Líbano Soares, UFBA

Doutor em história social do trabalho pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e professor-adjunto da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Flávio dos Santos Gomes, UFBA

Doutor em história pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Professoradjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e colaborador do programa de pós-graduação em história da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

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Como Citar

Soares, C. E. L., & Gomes, F. dos S. (2011). Revoltas, marinheiros e sistema prisional no Arsenal de Marinha: notas sobre o trabalho compulsório e cultura política num Rio de Janeiro Atlântico (1820– 1840). História Social, (12), 11–33. Recuperado de https://ojs.ifch.unicamp.br/index.php/rhs/article/view/183