Nos marcos de memória a (re)construção do direito moral: práticas de luta dos Sem – Terra no Pontal do Paranapanema (SP)

Autores

  • Maria Celma Borges UFMS

Resumo

A memória partilhada pelos homens e mulheres dos assentamentos Che Guevara/Santa Clara e São Bento sobre
o “seqüestro dos oficiais de justiça” na fazenda Nova Pontal, em Rosana (SP); a “matança de bois e pedágio do leite” na
rodovia SP-613 e a “queima de tratores e matança de bois na fazenda Estrela Dalva”, em Mirante do Paranapanema
(SP), explicitam marcos de memória vividos em meio ao processo de lutas. Evidenciam, então, valores sendo
(re)construídos, principalmente no que concerne ao direito moral a terra. Por meio de fontes orais e da imprensa regional,
discuto o modo como se deu essa história.

Biografia do Autor

Maria Celma Borges, UFMS

Doutora em história pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS),
campus de Três Lagoas (MS).

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Como Citar

Borges, M. C. (2011). Nos marcos de memória a (re)construção do direito moral: práticas de luta dos Sem – Terra no Pontal do Paranapanema (SP). História Social, (12), 53–71. Recuperado de https://ojs.ifch.unicamp.br/index.php/rhs/article/view/196